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Andiroba - Germinação de Carapa guianensis

Autor(es):  Embrapa Amazônia Oriental

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Germinação de Carapa guianensis

  • O início da germinação ocorre, em média, 11 dias após a semeadura, sem tratamento para quebra de dormência e em condições de viveiro.
  • A germinação é criptocotiledonar (cotilédones permanecem encerrados nos restos seminais) e no nível do solo.
  • Os folíolos dos eófilos (primeiras folhas) da plântula e da planta jovem são elípticos, diferentemente das folhas da planta adulta, que são oblongos.
  • As plântulas de Carapa procera apresentam eófilos simples.

  • As sementes são dispersadas por roedores como cutias. Possivelmente, já foram dispersadas por grandes mamíferos, hoje extintos.
  • Na várzea, os frutos flutuam por pouco tempo e depois afundam. As sementes flutuam até apodrecerem.
  • As plântulas regeneram bem, mas em condições de plantação podem ser suscetíveis ao ataque de larvas de mariposas do gênero Hypsipyla, que é a pior praga do mogno.

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